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A cirurgia do diabetes é a grande novidade. Dos obesos que vão para a cirurgia 15% são diabéticos. Observou-se que após o procedimento cirúrgico eles se curavam do diabetes. Muitos saiam da sala cirúrgica sem a necessidade de insulina ou outros medicamentos. Este fato desencadeou uma série de estudos, já que a diabetes é uma doença freqüente e grave.
Com o desvio intestinal realizado na cirurgia da obesidade, os alimentos não passam na parte inicial do intestino e chegam mais rápido na parte distal. Este fato libera hormônios intestinais que estimulam o pâncreas e melhoram o diabetes.
Para que haja este estímulo, o pâncreas não pode estar totalmente danificado pela doença. Os casos de melhor resposta são aqueles de diabetes tipo II (adquirida), e de início mais recente. Peptídeo C dosado no sangue é um marcador de função pancreática. Quando está acima de 1 a chance de melhora com a cirurgia é maior. |
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